segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A Culpa É Das Estrelas

Oi gente!

Ler o livro "A Culpa É Das Estrelas", de John Green é absolutamente mágico. Novamente, foi uma indicação das minhas amigas da escola. Meu Deus, elas são obcecadas por leitura! Bom, mas eu não posso falar nada, eu também sou!

Enfim, a começar pela capa, o livro é maravilhoso. Tem um azul vibrante, que combinado com o preto e o branco fica a coisa mais fofa do mundo. Conta a história de Hazel Grace, uma adolescente que tem câncer. Ela faz várias reflexões sobre a doença que tem, e chega a conclusão de que não dá pra ficar pior. Bem, ela pensa isso até conhecer Augustus Waters no grupo de apoio, que tem um câncer num estado um pouco melhor do que o de Hazel.


Os dois se apaixonam, e a história se desenrola numa teia de conflitos que se baseiam na tragédia formada pela doença, pela vida, e pela paixão. O que acontece no final? Bom, a resposta não cabe a mim! Vai lá ler pra descobrir, ué!

Ah! Mas se você não gostar de ler, pode esperar até o filme! Sim, vai ter um filme! O roteiro é de Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos que assinam (500) Dias Com Ela.

Abaixo, segue um dos meus trechos favoritos do livro. Na verdade, se fosse escrever todos os meus trechos favoritos do livro acabaria o reproduzindo aqui no blog. Então é só um pouquinho mesmo, pra não dar uma de spoiler...



É isso, gente! Tomara que eu tenha deixado vocês com vontade de ler!
Beijooo




domingo, 29 de setembro de 2013

Pode confiar em mim

Oi gente!

Bom, como prometido, aqui está o meu texto baseado no filme "A Corrente do Bem". Eu tirei 9,0 nessa redação e confesso que eu fiquei bem satisfeita com a nota, apesar de ter achado um pouquinho... humm...sei lá!
Atenção: Não leiam se ainda não tiverem assistido o filme, senão vou acabar com a graça de tudo!
Bom, espero que vocês gostem!

Pode confiar em mim

Depois de longos meses de luto e tristeza, Arlene finalmente conseguiu esquecer o ocorrido e seguir em frente. Mas, como é possível se esquecer de um fato desses? De todos os males e perdas que existem no mundo, nada se compara à perda de um filho, de maneira tão brutal. E isso se torna ainda pior quando esse filho é uma pessoa maravilhosa, como Trevor, que veio dos céus para fazer o bem.

Arlene casou-se com Eugene, e o amor lhes deu um filho, Jerry, em homenagem à primeira pessoa que Trevor ajudou. Agora Jerry tinha treze anos, mesma idade de Trevor quando iniciou o projeto "Corrente do Bem", e já sabia do filho que sua mãe tivera. Entretanto, não sabia de seus feitos.

Um dia, Jerry estava no seu quarto procurando seu livro de geografia, que havia sumido. Bateu os olhos na prateleira mais alta, e viu a lombada laranja do livro:

- Como você foi parar aí?

Para pegá-lo, subiu na cadeira, e ao arrastá-lo para fora da prateleira, acabou arrastando uma caixa de papelão onde estava escrito "recordações" em sua parte frontal. A caixa caiu e despejou seu conteúdo no chão. Uma fita de vídeo cuidadosamente embalada num saco plástico com um pedaço de fita crepe com a inscrição "Passe pra Frente" chamou sua atenção.

Jerry, empolgado, pegou a fita e inseriu no vídeo cassete. Sabia fazer isso muito bem, para um garoto criado no século XXI. Começou a assistir a gravação, e a cada palavra que seu "quase-irmão" pronunciava, Jerry ficava mais maravilhado ainda.

De repente, a mãe entrou no quarto. Olhou para Jerry, depois para o vídeo, com olhos tristes. Depois olhou para Jerry novamente. Arlene suspirou e sentou-se ao lado de Jerry para ouvir as sábias palavras do filho. Após o término da gravação, disse:

- Jerry, seu irmão foi uma grande pessoa, apesar de ainda pequeno. Ele que me uniu ao seu pai, para me deixar feliz. Ele que me disse para fazer as pazes com sua avó, que morreu no ano passado. - fez uma pausa, respirou forte - Infelizmente, morreu esfaqueado por um garoto da escola. Filho, eu gostaria que você não seguisse os passos de Trevor. Não continue a "Corrente do Bem", por melhor que ela seja. Por favor. Eu não quero que o mesmo aconteça com você.

- Mãe, por mais que eu queira continuar, honrar meu irmão, acho que a vontade de te deixar feliz é maior. Mas agora que os tempos são outros, a escola é outra, as pessoas são outras, eu percebo que não preciso iniciar um movimento inteiro. Basta amar.e compreender mais as pessoas. pode confiar em mim.

Orgulhosa, a mãe abriu um sorriso que não abria há muitos anos.


E aí, gente? O que acharam? Emocionante ou cliché? Acho que um pouco dos dois. Mas o que eu realmente gostei nesse texto foi a fala de Jerry, que mostrou o quanto os dois "irmãos" são parecidos. Além disso, ele trata Trevor como um irmão mesmo, como se nada tivesse acontecido e como se ele estivesse ali ainda, ao seu lado.

Bom, espero que vocês tenham gostado, e comentem as suas opiniões!
Beijooo

sábado, 28 de setembro de 2013

A Corrente do Bem

Oi gente!

Hoje vou unir duas de minhas paixões: escrever e ver filmes! Como vocês sabem, um dos meus filmes favoritos é "A Corrente do Bem", um filme cheio de mensagens importantes para que a sociedade tenha mais amor e compaixão no futuro.


Ele conta a história de Trevor McKinney (Haley Joel Osment), um garoto que crê ser possível mudar o mundo a partir da ação voluntária de cada um. O professor de estudos sociais Eugene Simonet (Kevin Spacey) explica para a 7ª série que eles são a geração que pode mudar o mundo e pede que eles apresentem algo que faça com que isso seja possível, mas não espera grandes avanços de cada um.

Trevor, que quase não vê a mãe Arlene (Helen Hunt) e muito menos o pai (Jon Bon Jovi), resolve levar o trabalho proposto por seu professor a sério.

Ele, então, cria a corrente do bem. A ideia consiste em fazer algo para três pessoas que não conseguem o fazer para si mesmo. O interessante é que cada pessoa ajudada tem de fazer isso para outras três pessoas. Assim, a corrente cresceria em progressão geométrica: de 3 para 9, de 9 para 27... Inteligente, não?

Trevor tenta unir sua mãe a Eugene numa tentativa de ganhar um pai e um lar estável, uma vez que ambos estavam já descrentes de que o mundo poderia ter uma nova perspectiva mais positiva. Sem perceber, os dois começam realmente a se apixonar.

Enquanto isso, o projeto de Trevor continua firme e forte, e acaba chegando até um jovem repórter (Jay Mohr), que tenta dar continuidade a uma grande história de solidariedade.

Abaixo estão dois dos trechos mais importantes do filme!


Na próxima postagem eu irei mostrar pra vocês um texto que eu escrevi na escola sobre esse filme. SE ele continuasse, se Arlene e Eugene tivessem um filho, e esse quisesse seguir os passos do irmão, o que aconteceria?

Confira amanhã!
Beijooo

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Fazendo Meu Filme

Oi gente!

Bom, não preciso nem falar que quem gosta de escrever gosta de ler, né! Então, as minhas amigas me recomendaram a série "Fazendo Meu Filme", pois elas simplesmente amaram e queriam que eu compartilhasse desse sentimento também!
Eu relutei um pouquinho, porque não sou (pelo menos não era) desse estilo romântico que predomina no livro. Mas, se vocês clicarem no meu perfil completo vão ver que é um dos meus livros favoritos!
O livro é tão bem escrito que eu não conseguia parar de ler. Simplesmente ficava até tarde lendo, sem me importar com o fato de que no dia seguinte teria que acordar as 6:30.


Se eu contar muito do livro, eu vou acabar estragando tudo. O delicioso nesse livro é que a gente nunca sabe o que está por vir, e por mais que a gente tente, nunca vai conseguir não torcer para que a Fani e o Leo acabem juntos. Além disso, cada capítulo é iniciado por trechos de filmes que adoramos, e é recheado de músicas que derreteram meu coraçãozinho. Se vocês ainda não leram, já passou da hora de começar! Se vocês são devoradores de livros, como eu, garanto que vão terminar a série em menos de um mês!
Obrigada, Paula Pimenta, por ter escrito essa maravilhosa série! A única coisa ruim é que acabou!

Aqui está o site oficial da série, no qual vocês podem conferir tudo sobre os livros, os personagens, as músicas e a autora! http://www.fazendomeufilme.com.br/

Beijooo

A leitora

Oi gente!

Esse foi o primeiro conto que eu fiz na minha vida inteira. E, como raramente gosto muito de alguma coisa que faço, não gostei muito desse. Mas eu tirei 8,5... Nada mal, mas podia ser melhor!
Enfim, a proposta era que continuássemos o trecho de um outro conto já publicado, que ficou famoso por ser tão utilizado em redações escolares.

A leitora

O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha, lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto.

Disse a clássica palavra de saudação ao telefone de tal forma que quem estivesse do outro lado da linha tinha certeza de que não ligara em boa hora. Ela não obteve resposta.

Desligou, contou até dez duas vezes para se livrar do sentimento de irritação que se intrometera na sua leitura empolgante. Embora a ligação tenha demorado nada mais que uns 4 segundos, uma eternidade pareceu se passar em vão devido ao intervalo forçado da leitura.

Dirigiu-se à poltrona na qual estava sentada anteriormente. Mal aproximou as costas no encosto macio, o som estridente do telefone voltou a ecoar em seus ouvidos. Levantou-se com o dobro de desgosto da primeira vez e atendeu o chamado com somente um grunhido, aquele que adolescentes balbuciam quando seus pais os chamam. Dessa vez tinha até um pouco de esperança de que alguém  respondesse, mas isso não aconteceu.

Acalmou-se, a princípio como da vez anterior, só que dessa vez foi necessário um pouco mais de tempo. Sentou-se e logo começou a ler, não queria perder mais nem um segundo para descobrir quem matara a garota do livro. E então ela ouviu um som. Era familiar, porém parecia diferente. Era alto, muito alto, estridente, denunciador: o telefone.

A moça se recusou a atender, fingiu que não estava ouvindo para continuar sua leitura, mas a cada palavra que lia o som ficava mais insuportável. O livro caiu de suas mãos, que agora estavam ocupadas em proteger seus ouvidos, que pareciam latejar. De nada adiantou e, com as pupilas de seus olhos negros dilatadas, correu, encostou o telefone ao lóbulo e por mais que ele pesasse, por mais que esse simples ato doesse, gritou. Gritou mais alto que o telefone.

E houve resposta. Ouviu a voz preocupada de sua mãe, que ligava para dizer que tinha saudades da filha que saíra de casa precocemente. E para dizer que a amava.

Depois de um certo tempo, desligou, voltou à poltrona. Não pegou o livro. Só ficou sentada, pensando que amou o livro mais do que a própria mãe. E sem saber quem matara a garota, rasgou-o. Rasgou-o em vários pedaços.



Pois é, gente. É isso. se não gostaram, tudo bem. Nem eu mesma gostei! Comenta aí o que você achou ou o que eu poderia mudar para deixá-lo um pouquinho melhor!
Beijooo

O começo de tudo

Oi gente!
Tudo bem com vocês?

Meu nome é Sofia, e apesar de não saber direito o que eu vou ser daqui a alguns anos, eu sei que vou querer ser escritora também! Então, acho que a melhor maneira de começar é criando um blog. E foi exatamente isso que eu fiz.

Aqui eu vou escrever as minhas redações escolares, além de poemas e rascunhos que eu faço quando eu tenho um pouco de tempo pra respirar... Sabe, vida de estudante não é nada fácil!

Bom, espero que vocês gostem!
Beijooo