Hoje vou unir duas de minhas paixões: escrever e ver filmes! Como vocês sabem, um dos meus filmes favoritos é "A Corrente do Bem", um filme cheio de mensagens importantes para que a sociedade tenha mais amor e compaixão no futuro.
Ele conta a história de Trevor McKinney (Haley Joel Osment), um garoto que crê ser possível mudar o mundo a partir da ação voluntária de cada um. O professor de estudos sociais Eugene Simonet (Kevin Spacey) explica para a 7ª série que eles são a geração que pode mudar o mundo e pede que eles apresentem algo que faça com que isso seja possível, mas não espera grandes avanços de cada um.
Trevor, que quase não vê a mãe Arlene (Helen Hunt) e muito menos o pai (Jon Bon Jovi), resolve levar o trabalho proposto por seu professor a sério.
Ele, então, cria a corrente do bem. A ideia consiste em fazer algo para três pessoas que não conseguem o fazer para si mesmo. O interessante é que cada pessoa ajudada tem de fazer isso para outras três pessoas. Assim, a corrente cresceria em progressão geométrica: de 3 para 9, de 9 para 27... Inteligente, não?
Trevor tenta unir sua mãe a Eugene numa tentativa de ganhar um pai e um lar estável, uma vez que ambos estavam já descrentes de que o mundo poderia ter uma nova perspectiva mais positiva. Sem perceber, os dois começam realmente a se apixonar.
Enquanto isso, o projeto de Trevor continua firme e forte, e acaba chegando até um jovem repórter (Jay Mohr), que tenta dar continuidade a uma grande história de solidariedade.
Abaixo estão dois dos trechos mais importantes do filme!
Na próxima postagem eu irei mostrar pra vocês um texto que eu escrevi na escola sobre esse filme. SE ele continuasse, se Arlene e Eugene tivessem um filho, e esse quisesse seguir os passos do irmão, o que aconteceria?
Confira amanhã!
Beijooo

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